28.7.10
25.7.10
23.7.10
[Hanumam em Abhaya Mudra]
Umas das encarnações de Shiva.
Bravo guerreiro que lutou ao lado de Rama, no épico sânscrito: Ranayana.
Hanumam, nos ensina a domarmos nossos instintos, para ascencionarmos em uma outra dimensão cósmica, de nós mesmos.
Sobre HANUMAN:
Hanuman é um Vanara ou habitante da floresta [em sânscrito]. Vana quer dizer floresta e Nara: criatura. Estes seres metamorfos [parte macaco, parte homem], são encarnações de outros seres cósmicos: Shiva, Indra, Surya e sua missão foi socorrer Rama, uma encarnação de Vishnu.
Ranayana Sundara Kanda [Livro de Sundara] Hanuman viaja a Lanka, encontra Sita aprisionada e leva esta notícia a Rama.
[A Viagem De Rama]
No momento em que li pela primeira vez, um trecho do Ranayana, em que vesti a pele de Hanumam: algo aconteceu.
Assim como foi [com Lakshmi, Ganapati e Shiva], outro deus estendia seus braços para reinar sobre mim.
Voltei pra casa, naquela noite, emocionado com o encontro e sentindo um amor [mais antigo que eu], por este ser cósmico.
Dormi com sua imagem encantando meus sonhos.
No dia seguinte, livros abertos e a surpresa:
A lição de Hanumam é nos domarmos mentalmente, para atingirmos uma condição superior. Divina. Pura PNL.
... E este tem sido tema de pesquisa e estudo, há pelo menos dois meses.
Como explicar estes eventos. Saber sem saber, que aquele caminho, aquele mestre virá!
15.7.10



http://teatroficina.uol.com.br/homeO Bixigão é um movimento cediado no Teatro Oficina. Neste mês, a partir do dia 15, se inicião as inscrições para seus cursos. O Projeto que tem oito anos, preparou aulas para crianças, jovens e adultos. O universo lúdico e rico da proposta, pode ser conferido nos cartazes. Dentre os destaques, o encontro textil com Lala Martinez Correa [uma artezã das antigas], dona de um um repertório mágico, para ser bem modesto nos elogios. Evoé!
Inscrições [Teatro Oficina]
Rua Jaceguay, 520 - Bixiga [10H00 ás 20h00]31062818 / 5300
12.7.10
1.7.10
Iniciativa consolidada no calendário de programação da Cinemateca, conta com uma seleção imperdível de clássicos e produções recentes do cinema indiano. Com curadoria da cineasta Beatriz Seigner, diretora da primeira co-produção Brasil-Índia, Bollywood dream (2010), e do pesquisador do cinema indiano Ibirá Machado, a mostra é composta por 16 filmes, boa parte deles inéditos no Brasil. Pela primeira vez, os amantes do cinema indiano poderão assistir à maioria dos títulos em cópias 35mm trazidas especialmente para o Brasil pelo Consulado Geral da Índia.
Reunindo nomes consagrados da cinematografia indiana como Satyajit Ray, Mani Ratnam, Santosh Sivan, Shyam Benegal, Raj Kapoor, Rajaram Vankudre Shantaram, entre outros, a curadoria dedica especial atenção às produções que tratam de conflitos históricos ligados à formação da identidade da nação indiana. Dentro deste recorte, a mostra contempla clássicos como Garm hava (1973), de M.S. Sathyu, um dos únicos filmes indianos a tratar do impacto da divisão do país, em 1947, sobre a comunidade muçulmana. Garm hava foi indicado a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1974. Mirch masala (1985), de Ketan Mehta, se passa na Índia sob o domínio britânico, e Dil Se.. (1998) é a última parte da trilogia do diretor Mani Ratnam dedicada ao terrorismo. Fechando este recorte, a mostra exibe novamente Theeviravaathi: The terrorist (1999), premiado filme de Santosh Sivan, comprado e distribuído nos Estados Unidos pelo ator John Malkovich.
Entre muitas atrações, merecem destaque especial clássicos como Awaara (1951), de Raj Kapoor, cineasta batizado por historiadores e fãs como o “Chaplin do cinema indiano”; A canção da estrada (1955), obra-prima de estreia do diretor Satyajit Ray, filme que deu origem à famosa Trilogia de Apu, premiado no Festival de Cannes de 1956; Do Ankhen Barah Haath (1957), de Rajaram Vankudre Shantaram, premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1958. Há também títulos raros como Ghare-Baire, também de Satyajit Ray, indicado a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1984; Ankur (1974), de Shyam Benegal, considerado pela crítica um dos representantes do “Paralellal Cinema”, movimento de vanguarda conhecido como a Nouvelle Vague Indiana.
A IV MOSTRA DE BOLLYWOOD E CINEMA INDIANO também inclui uma série de produções dos anos 2000 como Zubeidaa (2001), de Shyam Benegal, Hum tumhare hain sanam (2002), de K.S. Adiyaman, e Baghban (2003), de Ravi Chopra.
CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próxima ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: 3512-6111 [ramal 215]
Ingressos: R$ 8,00 [inteira] R$ 4,00 [meia-entrada]
Atenção: Estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.
Programação Completa: http://www.cinemateca.gov.br/programacao.php?id=41




















