12.12.08

[The Shaman's Last Journey_Charles Frizzel]


Desde os primórdios desta minha jornada, esta imagem criada pelo artista americano Charles Frizzel, é a que mais me evoca a essência de um Xamã.
O trabalho deste visionário é encontrado em diversos espaços exotéricos e holísticos aqui em São Paulo, sem ao menos uma menção de sua autoria. 
Compreensível até um certo ponto, considerando que a venda de uma obra autoral sem os devidos pagamentos á seu autor, configura crime.
The Shaman's Last Journey sem qualquer pista dada pelo autor abre para muitas interpretações.   

O
TOQUE
DESTE
TAMBOR
Nunca está acabado. Pronto. E toda vez que eu volto, quero transformar.
Distante das palavras [mergulhei nas últimas semanas], no conhecimento de outra extensões: minhas.
Olhos buscando as costas, coxas livres se aproximam do coração, pernas pro ar,... E eu totalmente rendido a yoga.
E fui deixando, deixando,... Longe, indefinido, na lembrança.

Meu blog,...

Aí é quando eu acordo e desperto para as palavras e volto pra cá: deixar meu relicário de estrelas.
E na semana que completo nove anos de xamanismo. Um ciclo primeiro de conecção [o terreno deste meu jardim], sou chamado por um amigo para tocar o tambor.
AHOW
[The Fox Fur Nebula_From CFHT]

Véus que consomem o espaço de nosso coração. Sejam, pelo vento levados, para antes de onde: tudo começou! AHOW

AHOWGANESHAOHM
Rio que banha minha existência
Te honro e reverencío

Constelação mapeada em meu espírito
Canto seus encantos, em meus pensamentos
E ergo seu altar no meu peito
DIWALI
22 NOV

O Diwali é comemorado tantas vezes [durante seu período], que um rastro de luz pode ser sentido por todos os corações do mundo. Rios de velas incendiando nossas existências e devotos dos mestres Indus: derramando suas pétalas essenciais, pelo universo.
E cósmicos somos nós, filhos divinos das sementes do único deus: o Amor.
Vibrando, jorrando o gozo do todo, portais se abrem em nossa consciência: desperta.
É meu amado Lord Ganesha, vindo dançar: sua dança divina.
E eu me encontro cantando, braços jogados e vento: abrindo caminhos.
Conecção. Pura conecção com o coração.

Mãos seguram as minhas e a grande mãe: olha e sorri
Ela que sempre esteve aqui, me abrigando em seu ventre, me alimentando com suas lágrimas de alegria.
Devoto, Honro e Reverencio Lakshmi. Devota, ela retorna todo amor que emerge de mim e faz saber da minha deidade.
Somos todos deuses, neste universo: de um só pulsar